Como usamos inteligência artificial

Nossos princípios de IA

  1. A IA governa a segurança. As pessoas curam o mérito.
  2. Nenhum algoritmo decide o que merece ser lembrado.
  3. Usamos IA para proteger a comunidade — nunca para manipular a atenção.
  4. A IA pode apontar um defeito técnico no seu conteúdo. Nunca vai aconselhar você a como agradar o público.
  5. Nenhuma métrica ou ferramenta vende vantagem sobre o futuro. O que oferecemos explica o passado.
  6. Para o que escapa ao controle da IA, existe revisão humana e direito de contestação.

O que a IA faz aqui

Moderação de conteúdo — toda publicação passa por classificação automática no momento em que é criada. Conteúdo sinalizado é encaminhado para revisão humana, com o contexto da classificação à vista do revisor.

Proteção contra abuso — sinais de comportamento são registrados desde o primeiro voto da plataforma, formando a base que protege a comunidade contra contas falsas e manipulação coordenada.

Acessibilidade — descrições de imagem geradas automaticamente, revisáveis pelo autor, para que leitores de tela falem o que a imagem mostra.

Apoio à revisão humana — a IA organiza, prioriza e informa. A decisão final sobre conteúdo em disputa é de um humano.

O que a IA nunca faz aqui

Não decide o que se torna eterno. Não escolhe vencedores. Não recomenda como agradar o júri. Não reescreve a sua obra. Não prevê o seu sucesso.

Poderíamos ter automatizado o julgamento de mérito. Escolhemos não fazer. Permanência é um julgamento de valor — e valor, aqui, é decidido por gente.

Curadoria humana, protegida por IA.

Nossa stack

O LifeLike é construído sobre o Google Cloud: Cloud Vision e Cloud Natural Language na moderação, Gemini na acessibilidade, Firebase na infraestrutura.

Escolhemos tecnologias maduras e amplamente utilizadas porque confiança não deve depender da escala da empresa: as mesmas ferramentas que protegem bilhões de usuários protegem uma comunidade que está começando.

Nossa responsabilidade

Construímos o LifeLike acreditando que a inteligência artificial deve ampliar a capacidade humana de proteger comunidades — nunca substituir o julgamento humano sobre o que merece permanecer.

Essa escolha orienta cada decisão técnica da plataforma.

Curadoria humana, protegida por IA.